Awnwnwn: wnwnwvo que lhe n3o pertence, com manifesto prejuizo do publico.Vejam, vejarn:5.°—qae, quanto d fdrma deexpropriagdo, tambern ndo ha ra zdo para censuras, e, certamente, o Senado, que ha de ser devlda-mente esclarecido, bem como a oplnldo publica que o serd opor-tunamente, coneluirdo que o pro-jecto i tudo quanto ha de mats jasto e moral, ellmlnada que seja uma emenda que a Camara dos Depotados lhe Introduzlu e que destroe toda a sua acgdo be ■ nefka,Isto diz tudo. Isto faz cair a mascara aos srs. Curtos. O que € a emenda introduzida na Camara dosDeputados? A emenda da Camara dos Deputados 6 para que, se a sociedade deixar de existir, o Par-que seja novamente entregue 4 sua actual proprietaria, pelo prego deexpropci agio. Mas a sociedade nSo quer a emenda. Pudera que-MziaDotraCaIapthatantr’itranoterl Comprar-se uma propriedade por 47 contos, pois £ este o valor sobre a capitalisagio das rendas e vender-se a mesnia propriedade no dia seguinte por 700 contos, 6 bem mau negocio. E devido a ser urn negocio da China e que a cidadc de Lisboa vae ficar sem o seu Jsr dim Zoologico.N6s estamos ao lado da proprietaria, porque esta $6 destja cum prir a vcntade do seu falecido e saudoso marido, O Parque das La-ranjeiras nSo serve para negocios O Parque, era harmonia com o falecido Conde de Burnay, s6 servi-r4 para Jardim Zoologico. Nds sa bemos que 700 contos dio para pagar a muita gente, mas a verda de 6 esta: Se o senado se deixasse influencia pelo cantar das sereias, Lisboa tinha todo o direito de pe dir responsabilidades ao senado.Niol Ainda nio chegamos a tal.O senado nio 6 venal, 6 o senadooutra cousa, por certo, nio. fara do que seja aprovar o projecto tal-qualmente foi votado nos depu tados.J4 depois de escriptas estas li nhas vimos cm alguns colegas nos-sos uma carta assinada pelo sr. Cotvto de Burnay cujas conclusbes falam bem eloquentemente./.°— A senhorla esta prompta como sempre, a deslstlr da acgdo e a vender pelo prego—verdadei-ramente mlnimo do contracto— desde que seja aceite a clausulada apllcagao perpetua e forgada das propriedades a tar dim Zoologico e de Aclimagdo.2,°—Se a Sociedade, uma vez que se lhe cortem as veletdade* de espeeular com o que jamaislhe fol cedldo para especologoes,se queixa de que ndo tern dlnhel-ro para comprar, tambern a se nhorla estd dlsposta—como sempre o declaroa e consta da carta de Margo de 1917 junta aos autos —a prorogar a longo praso o arrendamento nas actuaes condigoes de renda, desde que seja aceite a mesma apllcegdo for gada.Entre a senhorla—que quer Isto e slt;5 Isto e a direcgdo do Jardim, que pretende exproprlar as propriedades a baixo prego, mas sem pelas—que i para depois espeeular d von fade sobre o sea altisslmo valor actual—o pabllcd que decida quern tern ra zdo. -V?dodoQue tnalt;feiipit d'edoi un e cdema rei ravis tac anlt;dielos joii pa | do* co; do cio cor rabrcdas Cuurn sah113some sac lha ro dociai talaOul.fpra madec pit*Ique tro:quttad tromosenqult;qult; que |tollt;Mp.KnasO que diz a islo, aqucle nossocolega da manhi, que na sua boa esti fazendo o jogo d’uma corn-panhia falida, que se quer salvarpor todos os processos?(te-hreudeapr,renehsdifeperpro,pelidasperboa