ie Sobrado e Val-25, os de Rio Tin-, 8. Pedro da Co-ein 26, os de S. r, Lomba, Jo vim,a 2, todos os das de Souza, Astro* jsteiros, BitarSes,, Cette, Cristello,ra, Gondalles ea do Louredo, Ma-ada Tpdea, Reea-v sa, Sobrcira, Van-Carros e Villela. jguezias de Aguas-cle Avioso, 8. Pe-, Barreiros, Folgo-, os das de Gon-irds, Moreira, No-ns, Silva Escura,■a da Telha^ de: em 7, os das Arvore, Avelleda, Santag5cs, Cani-iro, Fornello, GiSo, ra, Labruje, Ma-i, Mindcllo, Modi-i Mosteird, Parada,)Ugues,Touguinha,rilTa Chi, Villa do illar, Villar do Pi-or. Povoa de Far-eguczias de Povoa eiriz e Argivae. 7arzim: em 1, os orim, Baiazar, Es-es e Terroso, Pa-, os das freguczias hosa. Codecoa, Ei-ir6, FrazsSo, Frea-ixomil, Modellos, enamaior, Raimon-ra e §eroa. erSo aprosentar-se vas cadernetas, e uniforme os da l.4•em na secretaria quinze .dias que i a revista de ins-caderneta mili-iamento que de-pensados decom-TEATROSEPOCA LIRICAsaneamen-» Guerra, medico Mwards, director neuto, e o snr. engeoheiro, vi-: todos 08 traba-iudicou as medi-iar e as desinfe-i varies pantos.3U proceder irarne-formidado com as lo medico.Bento-Condo em brevo es-srtura metallica a ive cobrir uma das£. JOAO—«Rigolctto», de Verdi—Maria Vinent— Cantou-se hontem, em 8#* de assignatura, para apresenta^ao daSentili9sima soprauo-ligeiro sefionta[ar'»a Vinent, a grande e bella opera do emineute maestro italiaoo. Figu-ravam no Cartaz Os nomes gloriosos de Ibos e Bensaude. Estreava-se uma artiste formosa, mo$a e de favorayeis refer encias. A opera e quendissima do nosso diliettantismo. Que mais para se encber a linda sala do S.Jo5°? „E encheu-se. Nao falanuo, por des-necessario, do spartitto, diremos, tout-court, que a se/iorita Maria Vinent dei-xou muito boa impressio no publico. Prejudicada a principio nor uma emo-9^0 at6 certo ponto juatincada em ner-vos feminis, cantando evidentemente tranzida de susto o Caro nome, acolhi-do com palmas benevolas, ella mos-trou-se muito mais 4 vontade no duo com o baritono do acto seguinte, ro-cebendo calorosas sauda^Ses e compar* tindo das chamadas feitas a Bensaude no fim d’esse acto, e contribuiu bas-tante para o bom ensemble do quartet-to, no ultimo actO;, que, todavia, pas-sou em silencio, n5o sabemos poraue, nem o perguntamos—que, cada urn 14 o le, 14 o entende. Nas chamada9 fiuaes da opera teve tarnbem parte, e foi ap-plaudida com justi^a. ,Pclo que poddmos vOr, a distmta e formosa artista possue linda voz, nao muito extensa, mas agil e bem educa-da, 6 intelligente e procura interpretar com justeza as situasdes. Recebido hontem o seu baptismo de fogo, eata-mos cert09 de que esses excellentes recursos se patentearSo ainda mais claramcnte, nas subsequentea recitas.Ibos, applaudido calorosamente logo no l.° acto, bisou entre acclama^Ses a romanza, repetiu, quatro vezes, a can-c5o do 4.° acto produzindo verdadciro delirio, teve chamadas especiacs—fez um yerdadeiro e lcgitiino successo. De resto, cantpu esplendidameute a opera, evidenciando todos os seus hellos recursos de voz, sobriamente, sem abuso de ficellee, como verdadeiromestre que 4.Bensaude triunfou tarnbem em toda a linba. No mouologo dp 2.® acto—es-sa magniftca pagina musical de incora-paravei beiloza — teve uma merccida ova^ao. Canton primorosamonte e re prescntou de modo superior o acto seSiute, pelo quy teve varias chama-s, so e em uuiSo com a geutil pri-ma-donna, Q ultimo acto tel o cgual-mente com grande pon9ciencia de arte. collaboraudo esplendidameute no